Sem defensivos agrícolas, agronegócio brasileiro perde a força que tem hoje

Brasília – “Infelizmente, podem querer tapar o sol com a peneira, mas sem defensivos agrícolas, não existe a mínima possibilidade de produzirmos o que conseguimos no país”.

 

 

As palavras são do deputado federal Pedro Lupion (DEM-PR), após acompanhar, por cinco horas, a audiência pública na Câmara dos Deputados com a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, sobre o uso de defensivos agrícolas nas lavouras brasileiras na tarde desta terça-feira (09).

 

 

O parlamentar disse que é fundamental que esses produtos sejam aprimorados constantemente. “Óbvio que a gente só consegue tratar moléculas de defensivos agrícolas que sejam ambientalmente responsáveis, não danosas para o ser humano ou qualquer ser vivo e, principalmente, mais eficientes ao aprovarmos novas moléculas todos os anos”, afirmou.

 

 

Lupion lembrou da experiência no estado dele, onde foi criada a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), como forma de acelerar o desenvolvimento e a liberação de defensivos aprovados por regras brasileiras. Como o processo chegava a ficar quase dez anos atrasado com relação a outros países sul-americanos, era comum o contrabando de produtos da Argentina e do Paraguai.

 

 

Autorização

 

“A regra que passamos a adotar foi a mais pura e simples: se aprovado pelo ministério da agricultura, fica aprovado no estado do Paraná, pelo grau de confiança que há nos estudos feitos na Agricultura, no Meio ambiente e na Saúde no governo federal”, disse Lupion.

 

 

De acordo com o parlamentar, isso permitiu condições de competitividade para os produtores rurais do estado. “Não teríamos o agronegócio forte como nós temos, nos não geraríamos, só no estado do Paraná, mais de um milhão de empregos se a gente não tivesse os índices de produtividade e a rentabilidade que nós obtemos com o uso de defensivos agrícolas”, finalizou.

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